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[Segunda-feira, Janeiro 31, 2005]
é de brincadeira, mas é muito engraçado:
Por que os baixistas são uma raça superior???
1- Baixistas são um grupo seleto. Ex: Quantos baixistas bons você conhece? Poucos!
2- Baixistas não precisam falar em entrevistas, sempre o vocalista e o guitarrista ficam disputando a fama!
3- Baixistas geralmente sabem tocar guitarra, mas não largue um baixo na mão de um guitarrista!
4- Chute uma moita e veja quantos baixistas saem? Nenhum! Pois são poucos os abençoados!
5- Baixistas não ficam disputando com outros baixistas tipo: "eu faço muito melhor"
6- Baixistas são muito pacientes! Imagina ter que aguentar um vocalista e um guitarrista falando asneiras o tempo todo, dizendo que são os melhores do mundo!
7- Baixistas são muito mais inteligentes!
8- Baixistas não saem falando da sua vida numa rede de TV famosa!
9- Baixistas são geralmente a pessoas mais discreta da banda!
10- O que um guitarrista faz com 6 cordas o baixista tem que fazer e faz muito bem com apenas 4 cordas!
11- Baixistas apesar de discretos são muito divertidos!
12- Baixistas não se suicidam!
13- Baixistas saem com pessoas descentes, exceto Sid Vicious, mas acreditem ele era um cara legal!
14- Baixistas são muito mais fortes e musculosos!! Afinal um baixo pesa pra caralh...
15- Você ja ficou com um baixista?? Experimentem!! (uahuahahauahauaah)
16- Geralmente é o baixista que leva a banda pra frente!
por Hiran Eduardo Murbach * 9:15 AM
E agora você tem opções!
[Sexta-feira, Janeiro 28, 2005]
A quem interessar possa (a mim interessa, e MUITO!):
A banda JJ72 está terminando de mixar seu terceiro álbum. Não sei quanto ao som ainda, mas apesar da perda de presença no palco com a saída da linda baixista Hillary Wood (o baixo, sempre o baixo, esse instrumento carrega toda essa carga de sedução e sex appeal), pelo que vi a sua substituta Sarah Fox vai dar conta do recado. Pelas fotos não deu pra saber se ela é gostosa (sorry Ká) como a Hillary, mas deu pra ver que é uma gracinha.
por Hiran Eduardo Murbach * 7:41 PM
E agora você tem opções!
Procurar bandas novas é divertido. Mais divertido ainda é quando você encontra bandas praticamente desconhecidas e muito boas. Só que algumas dessas passam a ficar conhecidas e, quando a maioria das pessoas que eu conheço curtem a banda, eu meio que perco totalmente o tesão de ouvi-la. Los Hermanos são ótimos, mas tem tanta gente falando deles e pagando pau que deu no saco e eu não ouço faz tempo. O Red Hot entrou nessa também há alguns anos e, quando eu resolvo ouvi-los, de vez em nunca, são os álbuns antigos. Eu adoro o primeiro álbum da Alanis, mas teve uma fase que todo mundo ouvia e eu me enchi, o mesmo acontecendo com a Legião, que, apesar de eu ter diversos CD´s, só sai do meu armário o Tempestade. Coldplay iria por esse caminho também, mas aí já tem uma história especial, além do Nightwish, cujo interesse começou a murchar depois da super-exposição, mas chegou praticamente a zero depois da pisada na bola do show.
Sim, eu sou uma pessoa chata, mesquinha e egoísta no tocante a música pois, apesar de eu adorar apresentar bandas novas para os outros, não quero que elas saiam do controle. Mas por outro lado eu adoro adorar bandas discriminadas, pisadas, criticadas. Os Engenheiros ainda são a melhor banda de rock na ativa e, ao contrário dos seus conterrâneos dos 80s, continuam fazendo ótimos álbuns. Queen é uma puta banda e Kiss é rock n roll puro, na veia e na sua máxima essência. O público e a mídia 'especializadas' descem o pau no Good Charlotte, mas eles são muito mais que filhotes do Blink182 (péssimo) e Green Day (American Idiot é fácil fácil Top10 2004), e depois de um álbum bastante agradável (The Young and Hopeless) lançou um incrivelmente caprichado e coeso (Chrolnicles of Life and Death) outro Top10 2004.
Entre as menos conhecidas que entraram recentemente na minha vida musical pelo Shareaza (God bless you) estão o The Arcade Fire, A Girl Called Eddie, Katy Rose e The Futureheads, além dos novos CD´s do Jimmy Eat World, Barenaked Ladies e Para Roach e álbuns antigos de bandas maravilhosas como Finger Eleven, Fountains of Wayne, Remy Zero, Sister Hazel e Treble Charger.
Em tempo, após baixar os três Cd´s que compõem a caixa do Nirvana, minha opinião é: documento histórico - 10, interesse auditivo - no máximo 4. E ainda bem que não gastei meu dinheirinho nessa caixa.
por Hiran Eduardo Murbach * 7:23 PM
E agora você tem opções!
[Quinta-feira, Janeiro 27, 2005]
Três vitórias em dois jogos é um bom começo. Manter a base do ano passado foi uma boa idéia também, dessa vez com um técnico competente. Quem gorava achando que a gente ia cair, estamos novamente lutando para ficar no topo, no mínimo entre os oito.
por Hiran Eduardo Murbach * 1:05 PM
E agora você tem opções!
[Domingo, Janeiro 23, 2005]
Não que algum dia eu tenha tentado, mas essa coisa de rap, hip hop e toda essa cultura pop/musical norte americana não dá para digerir.
por Hiran Eduardo Murbach * 1:10 AM
E agora você tem opções!
[Sábado, Janeiro 22, 2005]
Definitivamente, beber (muito) durante o ensaio não dá certo, acaba não saindo nada.
Mas que é divertido, isso é!
por Hiran Eduardo Murbach * 11:28 PM
E agora você tem opções!
[Quinta-feira, Janeiro 13, 2005]
Perspectivas de futuro. Sonho e realidade. A realidade diz que eu vou ser professor por algum período que se estenda de hoje até o último dia da minha vida, a não ser que eu morra bem velhinho, daí eu vou me aposentar primeiro. Mas vou ser então um professor aposentado.
Não que isso seja algo negativo. Prefiro me aposentar sendo um professor do que levar uma vidinha medíocre. Tenho certeza que em alguns anos vou conseguir uma vaga de professor em alguma escola, não de idiomas, mas daquelas normais, que formam os alunos. Vou ganhar a minha graninha, que não vai ser uma fortuna, mas vai ser o suficiente.
Se me vejo casado, eu já não sei dizer. Parte de mim quer encontrar alguém, casar, ter um casal de filhos e viver feliz para sempre. Mas a outra parte tem urticária só de pensar nisso. Ainda está tão magoada e desconfiada que se recusa em acreditar em alguém novamente.
Mas tem o sonho. O sonho é algo que move qualquer um, e comigo não poderia ser diferente.
No meu sonho, eu seria um rock star. Cantaria para multidões, teria meu nome gritado e minhas músicas cantadas em uníssono. Viveria um mundo de glamour e glória, daria entrevistas para todos os órgãos de imprensa, seria um cara cool, que todos amariam amar, receberia incontáveis prêmios, de melhor álbum, melhor banda, melhor voz, mais sexy. Conheceria todos os meus ídolos, de Paul McCartney a Thom Yorke, de Sheryl Crow a Angus Young.
Nunca me casaria, pois dormiria com uma infinidade de famosas, de cantoras a atrizes, nacionais e estrangeiras, uma mais bonita e gostosa do que a outra. E durante isso eu ainda teria direito a uma cama repleta de ninfetas, todas elas loucas para me ter.
Teria ainda acesso a todas as drogas possíveis e imaginárias, e ainda por cima teria alguém que as conseguisse para mim. Faria discos inteiros sobre a influência do LSD e, invés de ser condenado por isso, seria idolatrado. Quando eu me cansasse disso, eu me internaria numa clínica super cara, passaria alguns meses lá e sairia completamente curado, pronto para gravar mais um álbum, dessa vez limpo, contando toda a minha experiência. Então, todos me considerariam um exemplo.
Lutaria contra as injustiças e desigualdades sociais, seria uma voz atuante, consertaria o mundo. E teria então meu nome escrito em todos os livros.
Pascal, o gênio da música, o salvador da humanidade.
Eu sei que mais do que sonho, isso era um delírio. Eu desejava ser, sozinho, mais famoso e importante do que todos os Beatles foram juntos. E sei que isso não seria possível. Mas eu queria ser um rock star, pois existem coisas que apenas um rock star pode, como:
· Não precisar acordar cedo, pois os únicos compromissos seriam os shows, quase sempre pela noite, e as entrevistas com a imprensa, que seriam marcados a hora que eu quisesse.
· Teria a minha disposição ao menos uma menina diferente a cada noite. Afinal, que não quer ir para cama com um músico?
· Poderia curtir os meus vícios na boa, pois eu nunca vi um músico perder o emprego por beber em serviço.
· Estaria cercado de pessoas que eu gosto. E só delas.
· Teria direito de fazer aquelas listas extravagantes de pedidos, tais como cervejas de todas as marcas, sushis e toalhas felpudas brancas.
· Ganharia centenas de CDs e poderia assistir a todos os shows possíveis e imagináveis, sem gastar um tostão.
· Usaria calças de couro sem parecer brega ou gay.
· Poderia ter minha própria casa, meu próprio carro.
Os motivos são inúmeros, os atrativos, incontáveis. Mas, infelizmente, continua sendo só um sonho. É verdade que estamos evoluindo, gravamos uma demo legal e estamos conseguindo contatos para tocarmos em lugares bacana, porém não tem muito onde ir.
Quem faz rock no Brasil não tem futuro. Principalmente quem canta em inglês e por isso mesmo eu sabia que não faltava muito para a gente atingir o topo - o que não significava muita coisa. Seria tocar na MTV, em algum programa apenas para bandas desconhecidas e tocar em alguns festivais espalhados por esse pais. No máximo, abrir para alguma banda com algum nome vinda de fora.
Se eu chegasse lá eu estava feliz. Sabia que a possibilidade de eu vir a viver de música é tão remota quanto eu ganhar na loteria, ou da Shirley Manson resolver dar para mim, mas eu me contentaria com apenas poder continuar tocando.
Um sonho pequeno, quase insignificante? Pode ser, mas para mim era muita coisa. Para mim seria o suficiente.
Mas nem sempre os nossos sonhos vão de acordo com os sonhos que outras pessoas tem para nós. Quando nascemos, crescemos, temos metas para serem cumpridas, pessoas para serem agradadas, objetivos que nos foram impostos sem que ao menos nos perguntassem se queríamos aquilo.
Antes mesmo de termos consciência da vida, de descobrirmos o que gostamos ou não, de aprendermos a rir ou chorar com sentimento, e não mais mecanicamente, já temos o nosso destino traçado, o roteiro de nossas vidas escrito, repassado. E quando decidimos ir contra isso, desafiar o roteirista, reescrevendo a história e mudando as falas do script, somos repreendidos, tachados de rebeldes.
Porém, só cabe a nós sermos mais fortes, termos coragem de mudar o que nos foi pré-determinados, buscando a nossa felicidade, mesmo que os percalços da vida nos derrubem. Se realmente somos marionetes, que pelo menos as mãos que os conduzem sejam as nossas, não as de terceiros.
por Hiran Eduardo Murbach * 12:57 PM
E agora você tem opções!
Curitiba com sol e calor.
Belo Horizonte com frio e chuva.
O tempo anda meio doido ultimamente...
por Hiran Eduardo Murbach * 11:37 AM
E agora você tem opções!
[Quarta-feira, Janeiro 05, 2005]
Tá bom, tá bom, eu me rendo ao senso comum.
Resolução de ano novo: ser menos rabugento!
por Hiran Eduardo Murbach * 10:44 AM
E agora você tem opções!
[Segunda-feira, Janeiro 03, 2005]
E mais um ano terminou. E mais um ano começou. Um dia acabou dando origem a outro e pronto! O que era pra ser apenas mais uma meia noite (ou onze da noite, pois estamos em horário de verão) torna-se um dia emblemático. Todos festejam, independente de crença religiosa ou país, pois mesmo que para você o ano seja contado de outra forma, vivendo no planeta Terra é impossível escapar desse calendário cristão. O ano vira, entra 2005, que teoricamente seria o ano do 2005.º aniversário de Cristo (há muitas controvérsias, mas deixa isso para lá) e o que acontece?
- na teoria, é uma época de mudanças, onde prometemos corrigir tudo aquilo que erramos e falhamos até então, como se, de uma noite para outra, num passe de mágica, tudo se arrumasse e nossas vidas tornar-se-iam perfeitas. Portanto...
- na prática, não muda nada! Ainda somos os mesmos, e vamos cometer as mesmas burradas, besteiras, cagadas de sempre.
Ah, mas você quer mudar?! É impossível?! Claro que não! Enquanto estamos vivos temos esse poder, e devemos sim fazer isso. Só que eu tenho uma perguntinha para fazer:
POR QUE ESPARAR ATÉ O ANO NOVO?!
ps: é, eu voltei... fazer o que?!
por Hiran Eduardo Murbach * 10:21 PM
E agora você tem opções!