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[Terça-feira, Abril 19, 2005]

Está certo que vivemos numa época politicamente correta, onde cada palavra pode ser mal interpretada e causar sérios problemas, mas eu nem ligo muito para isso. Tenho sim algumas posições politicamente incorretas que podem chocar alguns, mas isso não faz de mim uma pessoa ruim. Pra dizer a verdade eu acho um saco essas pessoas que são completamente certinhas, que pensam com a maioria, que não contestam, que não discutem, que têm medo de pensarem.

E para fazer graça com tudo isso, aqui vai uma listinha (estou adorando fazer essas listinhas de novo!!!) com os cinco pensamentos mais politicamente incorretos que tenho:

1. Eu odeio cachorros - não, eu não odeio apenas poodles e sim todos os tipos de cachorros que existem! Não tenho nenhum e jamais terei, não suporto os latidos, o cheiro deles, só de imaginar um eu fico todo embrulhado. Todo mundo adora esses bichos?! Bem, então é todo mundo menos eu!

2. Vôlei é esporte de boiola - primeiro, é politicamente incorreto falar boiola, mas nesse caso, nem quero saber. E também nada tenho contra eles, mas pra mim, um esporte que precisa de uma rede pra dividir os times, onde quando um toca o outro é falta e o objetivo é ficar dando tapa numa bola que parece uma bexiga de tão leve é esporte de boiola!

3. Movimentos estudantis sux - eu acho que toda essa coisa de movimento estudantil, marxismo exacerbado e socialismo utópico é um saco. É só um bando de folgado que curte ser revoltado. Como diz o Roger, rebeldes sem causa, e pior, por um sistema político fracassado, morto e enterrado.

4. Sou paulista - não que ser paulista é errado, mas no sentido de ser regionalista. Eu vejo muita gente tendo orgulho de ser gaúcho, baiano, pernambucano, mas ninguém fala de ser paulista, como se isso fosse algo errado, um preconceito às avessas. Exatamente por isso eu gosto de ser paulista, sou feliz de morar aqui e muita gente vai me achar preconceituoso e racista.

5. Sou sarrista - é errado, é feio, é agressivo, mas não tenho como evitar de tirar sarro dos outros - entendendo bem, apenas meus amigos - chamando de um monte de coisas que nem posso escrever aqui. Mas, na boa, é carinhoso e como diz o Bacchin, se a gente chama na cara é porque é amigo, senão a gente nem fala nada.


por Hiran Eduardo Murbach * 9:42 PM

E agora você tem opções!


O divertido dessa coisa toda de escrever um livro são as oportunidades malucas que surgem. Semana passada fui convidado por um amigo para conversar com as classes de Letras e Pedagogia de uma Faculdade que abriu aqui em SBO. Eu falo conversar porque foi exatamente isso que aconteceu, eu entrava na classe, falava uns cinco minutos e os outros dez era uma coisa mais de bate papo, com as pessoas perguntando das dificuldades, comentando situações, trocando idéias. É aquela história, ainda é meio estranho acreditar que pessoas normais, daquelas que encontramos no dia a dia e que têm empregos normais, possam escrever um livro. A surpresa que eu tive um dia é a mesma que eles tiveram comigo, só espero que um bate papo desse possa possibilitar que mais pessoas acreditem em suas capacidades e escrevam algo.

por Hiran Eduardo Murbach * 9:19 PM

E agora você tem opções!


[Sábado, Abril 16, 2005]

sux... cansei desse template clean, tá na hora de dar uma nova cara pra isso aqui. É, esse aqui deu o que tinha que dar, mas queria saber se alguém propõe a fazer um novo templete para mim na faixa?!

Cara de pau é foda....

por Hiran Eduardo Murbach * 11:24 PM

E agora você tem opções!


O que é a música senão a trilha sonora de nossas vidas? Está certo que têm pessoas que dizem que existem canções que as acompanham a cada momento e que são especiais para sempre, pois marcaram profundamente, mas não é disso que eu queria escrever agora. A trilha sonora a que me refiro é como uma música consegue encaixar-se perfeitamente a um momento, uma imagem, um acontecimento. Quem nunca viu um filme onde, de repente começa a tocar uma canção e, enquanto isso, as imagens ficam intercalando entre diversos ocorridos, sem nenhum diálogo e nenhuma palavra. E eles não são necessários, pois a música já diz tudo, e de forma precisa.

Dia desses estava assistindo um capítulo de Everwood, se eu não me engano, e no final começou a tocar Don't Go Away do Oasis, enquanto algumas cenas eram apresentadas antes dos créditos finais. Incrível como se encaixou perfeitamente e, uma música que eu já gostava, agora eu considero como uma das que atingiram o patamar da perfeição, onde tudo se combina de forma perfeita ¿ música, melodia, tom de voz, instrumentos - e nada precisa ¿ nem pode ¿ ser modificado.

E eu que não sou de me emocionar, acabei deixando escorrer uma lágrima solitária...

so don't go away
say what you say
but say that you'll stay
forever and a day in the time of my life
cause i need more time
yes, i need more time just to make things right

damn my situation
and the games i have to play
with all the things caught in my mind
damn my education
i can't find the words to say about the things caught in mymind

i don't wanna be there when you're coming down
i don't wanna be there when you hit the ground


por Hiran Eduardo Murbach * 11:04 PM

E agora você tem opções!


[Terça-feira, Abril 12, 2005]

É uma faca atrás da outra. Menos de um ano depois lá estou eu de volta no mesmo hospital, com o mesmo médico, para ganhar mais uma cicatriz, e dessa vez grandona! Isso também significa alguns bons dias de repouso, que me trouxeram de volta para a casa da mamãe e uma inotxicação de tantos remédios prescritos. E eu que pensava que isso iria me fazer por a leitura em dia e escrever mais, aqui e na minha próxima obra, mas pura ilusão. Sem pique para ler, para escrever, para fazer qualquer coisa que exiga mais do que 3 ou 4 neurônios funcionando ao mesmo tempo. Por isso mesmo, o que mais fiz foi ficar com o corpo amortecido de tanto ficar deitado, abraçado com a Ká e assistindo todas as séries possíveis e imagináveis. Lost, One Tree Hill, The OC, Malcolm, Grounded fo Life, Gilmore Girls, Everwood... logo eu faça ela ficar viciado nessas séries e ela passa a entender porque eu rio tanto.

Mudado de assunto, a única coisa que realmente fiz de útil (fora trabalhar, pois não posso dar o luxo de me dar licença saúde) foi escrever diversas cartas e enviar meu livro para oito médias editoras. Se realmente vai dar certo?! Não tenho certeza, mas preciso arriscar. Por outro lado, a ajuda das pessoas tem sido muito boa; sexta agora eu vou na FAC, uma faculdade que abriu aqui em SBO falar do livro para o primeiro ano de Letras e Pedagogia, e depois quem quiser poderá adquirir meu livro. Pode ser que eu não venda nada mas, poxa, falar dele para uma classe universitária... legal!!!! :)

por Hiran Eduardo Murbach * 9:15 PM

E agora você tem opções!


[Sexta-feira, Abril 08, 2005]

Como um dos objetivos iniciais desse blog era publicar as famosas listinhas, e eu tô de molho, dolorido demais pra conseguir pensar alguma coisa mais elaborada, aqui vai um.

Top 5 dos melhores e mais divertidos empregos, apelando pra fantasia mesmo:

1. Baixista de uma banda de rock n roll, mas daquelas famosas mesmo, com direito a todo o luxo possível e imaginável, venda de milhões de discos e groupies histéricas.

2. Goleiro, começando aqui do União mesmo e passando por grandes clubes da Europa.

3. Lutador da WWE, e participar daqueles pastelões super bem elaborados e divertidos.

4. 'Escrevedor' de artigos de rock para revistas e afins, com direito a conhecer os ídolos e participar grátis dos maiores festivais do mundo.

5. Arquiteto daqueles prédios bem malucos e arrojados, com total liberdade de criação.

por Hiran Eduardo Murbach * 7:46 PM

E agora você tem opções!